Cristina Ferreira: "Porquê prender pessoas quando a necessidade delas é voar?"

Cristina Ferreira, que também, trocou a SIC pela TVI, assume que é flexível nestas matérias.

Cristina Ferreira: "Porquê prender pessoas quando a necessidade delas é voar?"

No início de novembro, Cristina Ferreira regressou às manhãs da TVI para substituir Maria Botelho Moniz, a atual apresentadora do programa 'Dois às 10'. A estrela do canal não podia estar mais radiante com este regresso, já que considera ser a sua antiga “praia” televisiva. “Estou muito feliz nas manhãs, porque estou ao lado do maluco do Cláudio, de quem já tinha saudades. Estou mesmo feliz por estar ali”, frisa.

Recentemente, Cristina Ferreira marcou presença num evento em tributo a Sofia Ribeiro. A atriz que, atualmente, está na SIC, foi o rosto de muitos outros projetos da TVI. No entanto, deixou o canal no final do ano passado. “Sou amiga de quem me merece essa amizade, de quem gosto muito e a quem desejo o melhor. E não sou amiga de milhares de pessoas, porque não faz parte do meu feitio. Tenho um grupo pequenino, mas são pessoas com quem conto na minha vida”, reforça a apresentadora, quando questionada sobre a razão que a levou ao citado evento.

O abandono de Sofia à TVI, não entristeceu Cristina Ferreira que, quanto a essas situações, se assume muito flexível. “Não há ninguém que trabalhe comigo, ou que já tenha trabalhado, que, se me disser que tem algo onde quer ir e se acha que é bom para si, eu não deixe ir. E até digo ao contrário, por muito que ame qualquer pessoa. Se me disser ‘olha, eu preciso de ir, ou quero ir, porque acho que é melhor para mim’, sou a primeira a dizer para ir. Mesmo que isso, para mim, seja complicado. Ou para a empresa onde trabalho.

Ela própria decidiu deixar a TVI e embarcar num novo desafio na SIC. No entanto, foi sol de pouca dura e a apresentadora regressou ao canal. “Não há ninguém que fique no sítio onde já não está bem, ou queira ir para outro. Porquê prender pessoas quando a necessidade delas é voar? Sempre foi lema para mim: na amizade, na vida profissional, na forma como entendo aquilo que deve ser também uma liderança. Já aconteceu isso comigo e com várias pessoas. Precisaram de ir, a qualquer momento. Tiveram o tempo delas e depois voltaram.